O Aulão de Defesa Pessoal Feminina no Multi Open Shopping ensinou técnicas essenciais de proteção às mulheres, em parceria com a academia Clubinho de Florianópolis.
Multiopen Shopping em parceria com a academia Clubinho, promoveram no domingo, 30/11, o Aulão de Defesa Pessoal para Mulheres! 👏👩🏻🤼♀️
Assisti ontem o super aulão promovido pela academia Clubinho Floripa do Multi Open Shopping, com o instrutor de Jiu-jitsu Mateus Tortorelli e equipe, onde foram ensinadas técnicas básicas e essenciais para ajudar as mulheres a se autodefenderem em situações de riscos.
Após o aulão, conversei um pouco com a equipe e alunas presentes, para promovermos os projetos futuros dos aulões, em parceria com os instrutores e academias de artes marciais.👊
Falei também sobre o Conselho Comunitário de Segurança – Conseg e nosso interesse em incorporar os projetos dos Aulões nos conselhos, a fim de promover melhorias à segurança de toda a nossa comunidade.
Divulguei também, a nossa palestra que ministrei, juntamente com as forças de segurança pública, no dia 2/12, próxima terça-feira, que ocorrerá no Centro de Ciência e Tecnologia de Alimentos da Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC , para falar sobre o tema de “Orientações sobre segurança Pessoal para mulheres e interessados.”
Participe e converse conosco sobre segurança! 🙏
O que rolou no aulão de Defesa Pessoal Feminina
Sob orientação de instrutores de jiu-jitsu, o aulão apresentou técnicas básicas de Defesa Pessoal Feminina para situações de risco. Além da prática, o encontro serviu para articular projetos futuros com academias e conselhos de segurança.
Entenda: prevenção antes da técnica
A Defesa Pessoal Feminina começa na consciência situacional — perceber riscos e evitá-los. As técnicas físicas são o último recurso; o foco é dar autonomia e autoconfiança às participantes.
Integração com o Conseg
Levar os aulões para dentro dos Conselhos Comunitários de Segurança amplia o alcance do projeto e conecta a defesa pessoal à agenda de segurança pública da comunidade.
Ampliar os aulões de Defesa Pessoal Feminina é proteger mais mulheres. Cada edição de Defesa Pessoal Feminina fortalece redes de apoio e informação. Políticas e canais de proteção à mulher estão no site do Ministério das Mulheres.
Perguntas frequentes
Precisa ter experiência? Não; os aulões são voltados a iniciantes, de qualquer idade.
É gratuito? Em geral sim, com divulgação nas redes sociais e nos parceiros.
Onde buscar ajuda em caso de violência? Ligue 180 (Central de Atendimento à Mulher) ou 190 em emergências.
Rede de apoio entre mulheres
Mais do que ensinar golpes, os aulões de defesa pessoal criam vínculos: participantes trocam experiências, informações e contatos, formando uma rede de apoio que segue além do encontro. Esse acolhimento é parte essencial do projeto.
Levar a iniciativa para dentro dos conselhos de segurança e de espaços de grande circulação, como shoppings, amplia o alcance e democratiza o acesso a esse conhecimento.
Prevenção o ano inteiro
A meta é transformar aulões pontuais em uma agenda permanente, com turmas regulares e novas parcerias. Assim, a proteção das mulheres deixa de ser um evento e vira uma política contínua na comunidade.
Preciso levar algum equipamento? Não; basta roupa confortável. Homens podem apoiar? Sim, divulgando e incentivando a participação das mulheres da família.
Informação que protege
Muitas situações de risco podem ser evitadas com atenção e informação. Por isso, os aulões combinam prática e orientação: ensinam a identificar cenários perigosos, a confiar na própria intuição e a buscar ajuda nos canais certos. Esse conjunto de conhecimentos dá às participantes mais segurança para o dia a dia.
Qual a diferença entre defesa pessoal e luta? A defesa pessoal foca na proteção e na fuga segura, não na competição. Vale para adolescentes? Sim, sempre com abordagem adequada à idade e acompanhamento responsável.
Parcerias que ampliam o alcance
Realizar um encontro de Defesa Pessoal Feminina em um espaço de grande circulação amplia bastante o público atingido, alcançando mulheres que talvez nunca procurassem uma academia por conta própria. Quando comércio, academias, instrutores voluntários e conselhos de segurança somam esforços, a barreira de entrada cai e a informação chega a quem mais precisa. Esse modelo colaborativo mostra que iniciativas de proteção não dependem apenas do poder público: a sociedade civil organizada tem enorme capacidade de gerar impacto concreto na segurança e na autoconfiança das mulheres da região.
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