O Casarão Histórico Aeropostale, no Campeche, guarda um capítulo pouco conhecido da história de Florianópolis: a era da aviação postal francesa que ligou o Brasil à Europa.
Conhecendo um pouco mais da história de locais interessantes de nossa encantadora Floripa, me deparei com O Casarão Histórico da Aeropostale.
O Casarão é um patrimônio histórico, localizado no bairro do Campeche, na Avenida Pequeno Príncipe, sul da ilha de Florianópolis.
Este casarão é parte da rica história da aviação no Brasil, servindo como uma das bases operacionais da companhia aérea francesa Aeropostale, durante as décadas de 1920 e 1930. 👨✈️🛩 ✉️
O ilustre escritor Antoine de Saint Exupéry, autor do famoso livro “O Pequeno Príncipe” prestava os serviços para a companhia francesa, tendo aterrissado neste local, à serviço da mesma e esse é também o motivo da Avenida ser batizada de “Avenida Pequeno Príncipe”, uma das principais vias de acesso à Praia do Campeche. 📚
A Aeropostale foi crucial para o estabelecimento das primeiras rotas aéreas transatlânticas e o Casarão servia como ponto de apoio para os voos que atravessavam o Atlântico Sul. ✈️🌏
O imóvel, além de sua importância histórica, é um marco na memória da aviação e na conexão entre a França e o Brasil, durante um período crucial de desenvolvimento dos transportes aéreos.
E hoje o Casarão se transformou em ponto de lazer e de entretenimento para os nossos idosos.
Portanto, é mais um local interessante que visitei e conheci um pouco mais da história e cultura da nossa bela Floripa!🏖🏂
A história por trás do Casarão Histórico Aeropostale
Localizado na Avenida Pequeno Príncipe, o Casarão Histórico Aeropostale serviu como base operacional da companhia francesa nas décadas de 1920 e 1930, quando o correio aéreo cruzava o Atlântico Sul. É um marco da conexão entre a França e o Brasil naquele período.
Entenda: a ligação com O Pequeno Príncipe
O escritor Antoine de Saint-Exupéry, autor de “O Pequeno Príncipe”, voou pela Aeropostale e teria passado pela região — motivo pelo qual a avenida de acesso à praia leva o nome do livro. Patrimônio e literatura se encontram nesse pedaço do Campeche.
Um patrimônio vivo
Hoje o espaço se transformou em ponto de lazer e convívio, especialmente para os idosos do bairro. Preservar locais assim é manter viva a memória e a identidade da comunidade.
Conhecer o Casarão Histórico Aeropostale é valorizar a história local. Roteiros por pontos como o Casarão Histórico Aeropostale aproximam moradores e visitantes da cultura da ilha. Informações sobre patrimônio e turismo da cidade estão no site da Prefeitura de Florianópolis.
Perguntas frequentes sobre o Casarão
Onde fica? Na Avenida Pequeno Príncipe, no bairro Campeche, Sul da Ilha de Florianópolis.
Qual sua importância? Foi base da aviação postal francesa e é um marco histórico da aviação transatlântica no Brasil.
Pode ser visitado? O espaço tornou-se ponto de convívio comunitário; vale conferir a programação local antes de ir.
Um passeio pela memória de Florianópolis
Visitar pontos históricos como o Casarão do Campeche é uma forma de entender como a cidade se formou. Cada construção antiga conta uma parte da história — da colonização açoriana às conexões internacionais que passaram pela ilha no início do século XX.
Valorizar esse patrimônio é também um convite ao turismo cultural, que movimenta a economia local de forma sustentável e desperta o orgulho dos moradores pela própria história.
Vale a pena levar as crianças? Sim; é uma oportunidade de aprender história de forma leve e próxima. Há outros pontos históricos no Sul da Ilha? Vários, ligados à cultura açoriana e à pesca artesanal, que ajudam a contar a história de Florianópolis.
Preservar é responsabilidade coletiva
Manter de pé um bem como o Casarão Histórico Aeropostale depende de políticas públicas de patrimônio, mas também do olhar atento da comunidade. Edificações antigas exigem manutenção constante e uso adequado para não se deteriorarem com o tempo e a maresia. Quando moradores frequentam, valorizam e cobram cuidados com esses espaços, eles deixam de ser apenas construções antigas e passam a funcionar como pontos vivos de memória, lazer e educação — lugares onde as novas gerações podem compreender de onde vem a história do próprio bairro.
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